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Como demonstrar interesse por alguém

15 de setembro de 2012

Uma ligação inesperada no meio do dia, olhares que se cruzam propositalmente, um sorriso sincero de uma pessoa mais tímida, passar as mãos nos braços, entrelaçar os dedos e mexer no cabelo frequentemente são gestos, muitas vezes inconscientes, que deixam evidente o interesse em alguém. Mas, qual a melhor forma de demonstrar que gosta do outro?

“Flertar é o primeiro passo que manifesta a vontade de ter um relacionamento com o outro. Por isso, investir em expressões corporais e atitudes que possam despertar ainda mais o interesse do outro são importantes, mas sem ficar vulgar”, diz a psicóloga Lívia Coelho Leme.

De acordo com a especialista, a lição primordial é prestar atenção no que o outro diz e identificar todos os detalhes de uma conversa para argumentar mais sobre determinado assunto ou opinar em outro dia qualquer, aleatoriamente, demonstrando que se lembra de assuntos anteriores. “Durante o papo, aproveite para elogiar, seja sobre o tipo de curso que a pessoa faz, a maneira como ela se dedica ao trabalho. Coloque-a sempre em evidência na conversa. Mas seja sutil”, sugere Lívia.

Ela explica ainda que, para se socializar mais com o futuro parceiro de forma expressiva, é preciso olhar no fundo dos olhos. “Aproveite também para tocar sutilmente nos ombros, mesmo que sem querer, mas seja discreta e bem-humorada. Em todas as circunstâncias, mostre positividade e seja feliz.”
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Outro modo de demonstrar o interesse pela outra pessoa é elogiar, ser carinhoso e honesto. “Um abraço também pode deixar muita coisa sobre a personalidade e a intenção. Mantenha a postura ereta, para mostrar confiança e que está aberto a aproximações”, finaliza Lívia.

Motivação

9 de setembro de 2012

A motivação é uma força particular.

A motivação é uma força interior que se modifica a cada momento durante toda a vida, onde direciona e intensifica os objetivos de um indivíduo. Dessa forma, quando dizemos que a motivação é algo interior, ou seja, que está dentro de cada pessoa de forma particular erramos em dizer que alguém nos motiva ou desmotiva, pois ninguém é capaz de fazê-lo. Existem pessoas que pregam a auto-motivação, mas tal termo é erroneamente empregado, já que a motivação é uma força intrínseca, ou seja, interior e o emprego desse prefixo deve ser descartado.

Segundo Abraham Maslow, o homem se motiva quando suas necessidades são todas supridas de forma hierárquica. Maslow organiza tais necessidades da seguinte forma:

- Auto-realização
- Auto-estima
- Sociais
- Segurança
- Fisiológicas

Tais necessidades devem ser supridas primeiramente no alicerce das necessidades escritas, ou seja, as necessidades fisiológicas são as iniciantes do processo motivacional, porém, cada indivíduo pode sentir necessidades acima das que está executando ou abaixo, o que quer dizer que o processo não é engessado, e sim flexível.

Para Frederick Herzberg, a motivação é alcançada através de dois fatores:

Fatores higiênicos que são estímulos externos que melhoram o desempenho e a ação de indivíduos, mas que não consegue motivá-los.

Fatores motivacionais que são internos, ou seja, são sentimentos gerados dentro de cada indivíduo a partir do reconhecimento e da auto-realização gerada através de seus atos.

Já David McClelland identificou três necessidades que seriam pontos-chave para a motivação: poder, afiliação e realização. Para McClelland, tais necessidades são “secundárias”, são adquiridas ao longo da vida, mas que trazem prestígio, status e outras sensações que o ser humano gosta de sentir.

Além dessas teorias citadas acima, existem outras que não foram abordadas.

Por Gabriela Cabral
Equipe Brasil Escola
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