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Google tem substituído pais na hora de tirar dúvidas dos filhos

16 de novembro de 2012

Mais da metade das crianças voluntárias de um estudo na Grã-Bretanha afirma preferir consultar o buscador quando precisa checar alguma informação.

Para muitas crianças, pais, mães, familiares e professores não são mais a primeira opção na hora de tirar alguma dúvida ou esclarecer determinadas questões. Segundo uma recente pesquisa realizada na Grã-Bretanha, o site de pesquisas Google é novo campeão de credibilidade nesses casos.

Um estudo realizado pelo Instituto de Pesquisas do Reino Unido, que ouviu cerca de 500 crianças com idades entre 6 e 15 anos, revelou que 34% delas não acreditam que os pais tenham condições de ajudar com a lição de casa, por exemplo.

Mais da metade dos voluntários da pesquisa (54%) prefere usar o Google quando precisa checar alguma informação. Além disso, 14% das crianças não acham seus pais inteligentes.

Alguns especialistas atribuem o fato não apenas à questão da popularização da internet. A indisponibilidade dos pais e a necessidade de respostas imediatas, algo comum na nova geração, também explicam esses resultados.

Dicionário em desuso

O levantamento demonstrou ainda que, hoje em dia, grande parte dos estudantes não tem muita familiaridade com os materiais impressos de consulta.

Segundo o estudo, 19% dos alunos não sabem o que é um dicionário impresso e 45% deles nunca consultaram uma enciclopédia, e até desconhecem o significado do termo.

Fique atento, ele pode estar ao seu lado

8 de novembro de 2012

É preciso atenção para encontrar o grande amor

Quem procura acha? Será? Há quem procure há anos alguém para dividir a vida, ser companheiro, constituir família e ser feliz, mas nunca encontra. Parece que quanto mais procura, menos se encontra. Mas onde será que está o amor de uma vida toda?

O problema não é a procura, mas sim onde procura e de que forma. “A pessoa tem que entender exatamente aquilo que quer e esse é o primeiro item para saber onde não procurar. De maneira nenhuma essa busca tem que ser em algum lugar que não tem nada a ver com você”, explica a psicóloga Débora Cristina de Macedo Jorge.

Outra dica, e talvez a principal, é estar atento às oportunidades que acontecem à sua volta. “A partir do momento que está procurando tem que prestar atenção a tudo, porque as ocasiões passam e a pessoa acaba não percebendo”, enfatiza.

E para perceber as boas chances de conhecer o amor da sua vida é preciso estar no lugar certo, na hora certa. “Além disso, não ficar ansioso para encontrar a pessoa adequada logo, porque isso pode levar a descobrir alguém errado para você. No momento, hora e lugar certo essa pessoa vai aparecer.”

Depois de aproveitar a oportunidade e começar a conhecer a pessoa é preciso atentar-se a seus valores de vida. “É necessário ter cautela sobre os valores da pessoa, porque se não valoriza aquilo que são considerados princípios básicos para você já é um indício que talvez essa pessoa não seja a ideal”, ensina Débora.

Não olhar atrás

Há quem não consegue encontrar a pessoa certa porque vive olhando para os relacionamentos passados, para os problemas e decepções que já viveu. É a própria pessoa que coloca impedimento para conhecer um novo amor. “Não pode se apegar ao que aconteceu. Os problemas vividos não impedem de ser feliz novamente. É primordial olhar para frente e usar o que passou para superar e não para se frustrar ou não se permitir ir adiante”, finaliza a psicóloga.

Palavras ditas com afeto preenchem todas as lacunas do relacionamento

25 de outubro de 2012

 Seja sábio ao falar com sua esposa.

Normalmente, as mulheres são consideradas complexas, detalhistas, vulneráveis e, por isso, entre outros motivos, os homens costumam dizer que não conseguem entendê-las facilmente. Há quem diga que elas conversam com o objetivo de criar mais intimidade com o parceiro, enquanto a maioria deles tem apenas a intenção de transmitir o pensamento com clareza e simplicidade e, dessa forma, se iniciam as brigas, onde tudo o que é dito pode tomar grandes proporções.

Toda mulher tem a necessidade de expressar seus pensamentos e ser compreendida, muitas vezes apenas escutada. De acordo com a ciência, elas são muito diferentes dos homens, por usarem acentuadamente o lado direito do cérebro, que está ligado à emoção, sensibilidade, intuição e criatividade. “Já os homens usam mais o lado racional e, assim, um completa o outro.”

Quando a parceira espera do companheiro afeto e carinho – situação que muitas vezes para o homem não é tão importante, por ele ser racional – e ele descobre isso de maneira que atenda realmente suas necessidades, todas as lacunas do relacionamneto são preenchidas. “Isso se torna uma qualidade, quando um sabe da diferença do outro e trabalha esses pontos a favor de si e não contra a relação.”

Ele ainda salienta que as mulheres têm suas características por questões naturais, e se o homem começar a estudá-las, aprender isso e usar o amor inteligente, vai conseguir se comunicar muito melhor com ela. Ele tem de entender o que ela precisa. De acordo com o blogueiro Wilderlan Sousa, além de aprender, há a necessidade de colocar tudo em prática. “E isso serve tanto para as mulheres como para os homens.”

Acerte e surpreenda

- Seja gentil. Se necessário, espere o momento certo para falar certas coisas, não aproveite o momento de fúria para dizer o que acha certo.

- Olhe nos olhos e não a interrompa, e peça o mesmo. Torne o momento civilizado.

- Aprenda a importância de ouvir e depois expor suas opiniões.

- Não arrume desculpas para justificar um erro, o importante é saber onde errou e mudar.

- Evite apenas criticar. Para cada recriminação, faça uma sugestão.

- Nenhum momento é propício para comparações, isso só faz com que a pessoa se sinta menosprezada.

Vale a pena investir na vida sexual no casamento

16 de outubro de 2012

O tempo de relacionamento tem atrapalhado a intimidade de muita gente, afastando o marido da esposa

O sexo não é tudo em uma relação, mas é possível afirmar que se o relacionamento conjugal de um casal não vai bem é difícil haver total harmonia entre o marido e a esposa.

Hoje em dia, é muito comum entre os casais queixas relacionadas à falta de comunicação. Com o passar do tempo, a facilidade de se comunicar tem diminuído.

Na avaliação da psicoterapeuta Paula Cereda – porta-voz do livro “Entre lençóis” –, essa dificuldade de diálogo traz desgaste e distanciamento afetivo. Dessa forma, como é possível imaginar, a intimidade sexual do casal fica pesada e sem brilho.

“Para que o leito do casal fique preservado de desgastes é muito importante que os dois tenham compromisso em manter no dia a dia boas conversas, toques carinhosos e atenciosos, além do desejo por cativar a admiração do parceiro”, diz Paula.

Ela lembra que sem criatividade, cuidado e sedução tudo fica normal e corriqueiro. Dessa forma, a relação sexual se torna uma tarefa a ser cumprida.

“A falta de interesse é resultado de um processo de distanciamento físico e afetivo. Sendo assim, precisamos trabalhar o resgate da atração e da atenção. Ninguém gosta de rotinas, elas enjoam. Ninguém gosta de cobranças contínuas. Então, quando as coisas ficam frias é hora de tomar cuidado com conversas chatas. Em vez de só cobrar ou reclamar, encontrar motivos para brincar e rir é ótimo”, orienta.

Tempo pode ser um aliado

Para a psicoterapeuta, o tempo não precisa ser um inimigo. Ele pode se tornar um aliado se o casal souber usá-lo como um agregado de conhecimento.

“Para que o tempo não roube o interesse e o desejo do casal é necessário que exista sempre a busca curiosa pelo outro.”

É importante cultivar a preocupação em saber como o parceiro está, o que deseja e como surpreendê-lo. “Curiosidade, empenho, respeito, sedução e muito carinho podem manter uma relação viva por muito tempo”, garante Paula.

Aumenta o número de jovens que expõem seus dados nas redes sociais.

 Adolescentes divulgam informações como endereço, nome dos pais e até CPF

Cada vez mais adolescentes usam a internet no Brasil. É o que revela pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com o levantamento, o País tem 77,1 milhões de pessoas de 10 anos ou mais que acessam a rede mundial de computadores. Porém, com o aumento de acessos, também cresceu o número de jovens que expõem seus dados sem o menor cuidado.

Conforme estudo do Instituto TNS – especializado em consumidores de tecnologias –, os adolescentes usam intensamente a internet e compartilham informações pessoais como endereço, número de celular e do telefone de casa, nomes dos pais e até o CPF nas redes sociais.

Existem cerca de 17 milhões de adolescentes no País, dos quais 12,5 milhões acessaram a rede nos últimos 3 meses. De acordo com o TNS, 72% dos entrevistados conhecem alguém que já foi perseguido na rede e acabou se tornando vítima de bullying; 39% não contam aos pais o que fazem na rede; e 53% dizem saber esconder suas atividades online, limpando o histórico do site e criando contas secretas.

Segundo o delegado Hélio Bressan, titular da Delegacia de Crimes Eletrônicos, de São Paulo, é preciso ter atenção redobrada com as crianças e os adolescentes. “Eles têm mais curiosidade de clicar em links e acessos proibidos, aumentando as chances para que ocorram crimes eletrônicos.”

O delegado completa ainda que cerca de 36% de todos os crimes financeiros que ocorrem no mundo partem e têm origem no Brasil. “É preciso ter muito cuidado ao receber e-mails. Não clique em absolutamente nada quando você não tiver certeza. Anexos de forma geral podem infectar o seu computador”, alerta ele.

O sofrimento é igual, mas, superar depende da habilidade de cada um.

Homem e mulher lidam de formas diferentes com o fim do relacionamento

Logo sabemos quando um relacionamento chegou ao fim. A mulher não para de chorar, não consegue trabalhar e manter o ritmo normal da sua vida. Já para o homem parece que nada aconteceu, ele simplesmente continua suas atividades.

Segundo a psicóloga Roseleide da Silva Santos, o final do relacionamento afeta tanto o homem quanto a mulher, mas eles reagem de formas diferentes. “Ele sente, mas guarda, esconde dele mesmo e não percebe o que sente. Já a mulher manifesta seus sentimentos, por mais que tenha sido de forma pacífica.”

A psicóloga também explica que isso só acontece de forma diferente devido às influências externas. “Podemos contar com a intervenção da cultura familiar e social, além da personalidade, que é construída a partir das interações pessoais. É fato que vivemos em uma cultura machista, onde o homem não sabe elaborar a perda, pois a mulher é tida como propriedade dele, cabendo somente a ele dizer que não quer mais o relacionamento”, diz Roseleide.

É por causa dessa forte influência de uma cultura machista que podemos ver na sociedade casos de crimes passionais, que deixam que o ciúme fale mais alto do que o respeito ao indivíduo. “Geralmente isso acontece com aqueles homens que têm um pouco mais de dificuldade de aceitar a rejeição da mulher. Mas isso é muito mais um traço de personalidade e de cultura, que soma também com valores familiares. Porém nesses casos, não estamos falando de amor, porque amar não é ter posse, mas sim compartilhar a vida e saber como o outro é importante como ser humano”, esclarece a psicóloga.

Resolvendo a situação

Mas, deixando o lado passional de lado, independentemente de ser homem ou mulher, lidar com o fim de um relacionamento depende da habilidade de cada um. “Não há como mensurar quem sofre mais, o sofrimento não se mensura, mas é importante resolver o sentimento para si, pensar que é um ciclo que termina e que há o que aprender com os erros e acertos. É preciso compreender como o término repercute dentro de si e como influencia em sua vida”, enfatiza Roseleide.

Para a psicóloga, somente depois de resolver esse sofrimento é que será possível se envolver com outra pessoa. “É um engano pensar que é preciso um novo amor para curar a dor de outro. Se isso acontecer, pode confundir os sentimentos, as histórias, e vira um emaranhado de sentimentos.”

O sofrimento por uma separação poderá ter fim quando o sentimento deixar de ser somente sentido, mas também exposto. “Significa contar para você mesmo o que está sentindo. O falar e se ouvir, perceber como isso se expõe nos seus outros sentidos, como tem influenciado na sua vida como um todo”, finaliza a psicóloga.

Casados podem viver mais

22 de setembro de 2012


Estudo norte-americano considera que homens solteiros tendem a viver em torno de 10 anos a menos que os comprometidos, mas a qualidade da relação é essencial

Homens solteiros tendem a viver cerca de uma década a menos que os casados, segundo um estudo realizado por especialistas da Universidade de Louisville, no Kentucky, Estados Unidos.

A pesquisa, cujo autor principal é o professor-assistente de sociologia David Roelfs, foi feita com base em uma análise de outros 90 estudos com mais de 500 milhões de pessoas nos últimos 60 anos.

Os casados ganham disparados em saúde e longevidade quando comparados aos solteiros, conforme os resultados. Esses apresentam 32% mais risco de morte que aqueles. Em números reais, um homem solteiro tende a ter entre 8 a 17 anos a menos de vida que seus parentes e amigos casados.

Uma das causas, segundo Roelfs, é que algumas sociedades não estendem aos solteiros os mesmos benefícios sociais (assistência médica e previdência) com que contemplam os casais, principalmente os com filhos. Outras tendências apontadas pelo sociólogo são alguns maus costumes masculinos, como o de não se consultar regularmente com médicos e o de ser mais desregrado com a alimentação. “Se você é casado, são maiores as chances de sua esposa insistir para que coma melhor e vá ao médico com frequência”, diz. Apesar disso, o professor cita que às vezes um solteiro pode receber os mesmos conselhos de seus familiares e amigos, o que já ajuda muito.

Obviamente, Roelfs esclarece que a pesquisa mostra uma probabilidade, e não uma regra. Além disso, também depende da qualidade do casamento, sobre os efeitos de uma relação ótima, ruim ou indiferente sobre a longevidade. “Ninguém precisa de uma pesquisa para entender que um casamento de baixa qualidade será ruim para sua saúde”, conclui.

Erros mais comuns que a mulher comete em um relacionamento


Muitas criam tanta expectativa que acabam tomando atitudes que irritam os homens

Mulheres, por natureza, são mais emotivas – o que, muitas vezes, requer atenção dos homens, que, por natureza, são mais objetivos. Muitas delas, quando iniciam um relacionamento, criam tanta expectativa em cima do companheiro e da relação que acabam tomando atitudes que irritam o homem. E, ainda, acreditam em técnicas e formas milagrosas para salvar o casamento.

Porém, o mais importante é saber o que não fazer para estragá-lo. Quando dá início a um relacionamento, ela deseja alguém que divida as tarefas e as alegrias da vida. Mas, não basta, apenas, querer amor e se aproveitar dele. O relacionamento bem-sucedido depende de determinadas atitudes que devem ser tomadas e outras que devem ser evitadas.

Não são só as questões mais banais, como demorar para se arrumar, que provocam a ira masculina. A questão é muito mais profunda. Aprenda a usar o amor inteligente e não cair mais nas armadilhas do sentimento. Não existe o relacionamento errado, o que existe são as atitudes erradas dentro de um relacionamento. Por isso, é hora de reconhecer os erros para mudá-los.

7 erros mais comuns da mulher em um relacionamento

(Dicas do programa da IURDTV, "Escola do Amor" - The Love School)

1 – Não expressar o que sente e o que se pensa

Por natureza, a mulher tem um poder de percepção bem maior que o do homem e, às vezes, não entende que ele é diferente. Não espere que ele adivinhe seus desejos. Comunique-se.

2 – Tentar esconder que está chateada

É característico do homem ser objetivo. Se ele lhe pergunta por que você está aborrecida e a sua resposta é “nada”, saiba que para o homem nada é nada. Apesar de que para as mulheres esse “nada”, normalmente, tem outro significado. Seja franca.

3 – Ficar o tempo todo criticando

O sexo masculino, por si só, se cobra. Uma das coisas que o homem mais espera de uma mulher é admiração. Se, ao contrário disso, só ouve críticas, acaba perdendo o prazer da companhia da mulher. Encontre um meio termo entre a bajulação servil e a recriminação constante.

4 – Tentar mudar o homem por meio de cobranças e mais cobranças

Nenhum homem gosta de mulheres que tentam se impor. Se ele não fizer o que você quer por amor, muito menos fará por pressão ou insistência.

5 – Ficar de cara amarrada quando insatisfeita

Por mais bonita e atraente que uma mulher possa ser, toda essa beleza é anulada quando ela não é simpática. Por isso, em caso de aborrecimento, o melhor é colocar tudo em pratos limpos o quanto antes.

6 – Basear o relacionamento em filmes e novelas

Por serem mais emotivas, normalmente, as mulheres acabam criando expectativas irrealistas em relação ao homem. Lembre-se que no dia a dia não haverá um diretor para dirigir cada gesto do casal, e nem uma orquestra para tocar músicas românticas quando vocês se beijarem.

7 – Não saber usar os recursos que tem

Ao contrário do homem, a força feminina não está nos braços ou no falar imponente. Mas isso não significa que ela seja fraca. A força da mulher está na sua meiguice, feminilidade e simpatia. Aquela que sabe usar de tudo isso, dificilmente ouvirá um não como resposta.

Erros que os homens cometem

Para muitas mulheres, o maior e mais comum erro deles é a traição

“O amor sentimento não é o suficiente para que um casal viva feliz por toda a vida, é preciso que haja amor inteligente.” A opinião é do bispo Adilson Silva, apresentador do programa “The Love School”.

De acordo com a esposa do bispo, Rosana, que divide a apresentação com ele, há alguns erros pequenos em relação a outros que colocam a relação em perigo. “Num relacionamento entre homem e mulher tem que haver um querer para a mudança. Se não houver a decisão de ver onde há erros e procurar exterminá-los, a relação não vai adiante”, explica.

Para ela, o casal tem que cultivar o diálogo, assim como era no namoro. “Não pode mudar radicalmente após o casamento. Quando o homem não quer mais conversar, a mulher sente muito isso.”

O casal levantou os principais erros cometidos pelo homem no relacionamento:

- Não se dispor a ouvir – Assim como o homem precisa de momentos sozinho, para pensar e conversar consigo, a mulher pensa falando. A atenção do parceiro é fundamental.

As necessidades do homem e da mulher são diferentes. “O homem precisa de um momento do dia para que fique calado, parado, sozinho, porque quando está assim está conversando com ele mesmo. Não é que está com problema, é o momento dele. Para a mulher, há a necessidade é de falar, de conversar, ser ouvida. Se ela estiver calada, isolada, tem alguma coisa errada”, explica o bispo.

- Não ser afetuoso – quando o homem não usa de palavras e gestos que demonstrem carinho, faz com que a mulher não se sinta amada. Há aqueles que chegam a dizer: “Se eu não te amasse, não estaria com você.”

- Achar que traição é só se relacionar com outra – Para a mulher, o conceito de traição é bem mais amplo. Mentiras, artimanhas, meias verdades e tudo que inspire insegurança, para elas é traição.

- Abusar da capacidade feminina de ceder – É característico da mulher se doar na relação, ainda que não perceba. Muitos homens abusam disso e esquecem que uma hora ela chega ao limite, e então pode ser tarde.

- Comparar a esposa à mãe – Há homens que ficam comparando tudo o que a esposa faz com o que a mãe fazia. É preciso que ele entenda que a mãe já era uma pessoa experiente.

- Dedicar mais tempo ao lazer masculino do que à parceira – Não há mal algum em ter um hobby, como o futebol. O problema é que alguns dedicam horas a isso e nenhum minuto para a mulher.

Elogios e críticas são importantes em um relacionamento

21 de setembro de 2012


Eles podem melhorar a relação

“Você não me elogia!” “Você me critica demais!” Esses são apenas alguns exemplos do que acontece na vida a dois. A mulher é sensível e quer cada vez mais receber elogios, em contrapartida, ela só consegue ver os defeitos dele e não mede a quantidade de críticas faladas.

Para a psicóloga Débora Cristina de Macedo Jorge, tanto o elogio como a crítica são muito importantes para o relacionamento, mas ambos de forma medida. “O elogio é uma forma de reconhecimento do que é ou do que tem, e o ser humano precisa disso. A crítica ajuda o outro a melhorar, se autoavaliar no que falou ou fez.”

Mas é claro que, com a crítica, o cuidado deve ser maior. “É melhor esperar o momento exato, em que a pessoa estará pronta a ouvir. No calor do assunto, provavelmente, a crítica vai soar como algo destrutivo.”

Porém, mesmo com toda a cautela necessária, ela continua pensando que ele elogia demais, e ele, que é muito criticado por ela. “Para encontrar um equilíbrio é preciso de muito diálogo, onde ambos sejam sinceros em dizer o que outro faz de mais ou de menos. Dessa forma se enxergarão de forma diferente”, ensina Débora.

É com o diálogo também que um conhecerá o tempo certo do outro de receber um elogio ou uma crítica. “Saberá qual a personalidade da pessoa amada, se gosta de elogios, como e quando prefere ser criticada. O fato é que um tem que entender o outro, procurando sempre melhorar.”

Os exageros

A psicóloga também alerta que quem precisa de muito elogio pode ser uma pessoa insegura. “Se ela é segura de si, pouco se importa com o que o outro pensa sobre ela. Mas se pede elogios demais, não é segura e não pode resolver esse seu problema contando com os galanteios de outra pessoa. Ela precisa procurar ajuda profissional.”

Por outro lado, há pessoas orgulhosas, que não aceitam críticas de nenhuma forma. “Nesse caso, para dar opinião é melhor esperar que ela pergunte, senão a conversa nunca irá cair bem e a relação pode ficar em desequilíbrio”, finaliza Débora.

É preciso determinação para mudar

15 de setembro de 2012

Na maior parte das vezes, ela vem de um processo de entendimento e chega quando alcançamos um propósito

Mudanças servem para nos tirar de algum lugar ou de alguma condição, para nos trazer algo melhor, caso contrário, seria um declínio. Elas também servem para nos transformar interiormente, agregar conhecimento e oferecer uma oportunidade de começar de novo.

Que seja uma tão almejada mudança de casa ou de emprego, um casamento ou uma mudança de atitude. A verdade é que para qualquer transformação é necessária muita determinação, pois toda mudança nos preenche com o novo e devemos nos ajustar para obter sucesso.

“Ninguém costura remendo de pano novo em veste velha; porque o remendo novo tira parte da veste velha, e fica maior a rotura. Ninguém põe vinho novo em odres velhos; do contrário, o vinho romperá os odres; e tanto se perde o vinho como os odres. Mas põe-se vinho novo em odres novos.” Marcos 2: 21-22

Apesar de nem sempre estarmos preparados, principalmente quando a mudança nos apresenta algum desafio – como deixar uma posição confortável na casa dos pais ou no trabalho, ou livrar-se de um vício –, se não encararmos tudo o que virá com sabedoria, os esforços de nada valerão.

“O coração do sábio adquire o conhecimento, e o ouvido dos sábios procura o saber.” Provérbios 18: 15

Na maior parte das vezes, a mudança não acontece de uma hora para outra. Ela vem de um processo de entendimento e adaptação a algo ou alguém. Podemos perceber o resultado da mudança em nós quando alcançamos um propósito. O maior deles é aceitar Jesus e estar em comunhão com Deus.
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